De um silêncio laranja veio o pensamento em você, e o quarto se pôs vermelho! E num pulsar azul, toda alegria de um som com tons de claro fez sua música de cores misturadas me lembrar de um passado quase sempre amarelo! As notas de nuances suaves, de ritmo aveludado, sempre me deram uma aquarela viva! É minha alma concretizada na textura sonora dos sons coloridos que só você consegue tecer!!!
Daniela
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Lé com lé... Cré com cré!
Maluca seria se meus pés não dançassem
Se meus joelhos da velhice se escondessem
Se meus dentes não mais sorrissem
Se meus pensamentos não mais escorressem
Maluca estaria se não mais reclamasse
Se não mais adiasse
Se deixasse enfim me vencer o desgaste
Que estivesse em mim e assim lamentasse
Maluca ficaria se a panela desse
Estaria sim pois a vida é doce
Mas ela passa sim como um pé de vento
Maluca seria se maluca não fosse!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Casacos bruxuleantes
As imagens alucinógenas da realidade somente fazem sentido no mundo dos sonhos!
Onde fica teu espírito no momento em que tu dormes?
Onde ficam as horas de um tempo no instante em que os ponteiros morrem?
As dores da realidade somente fazem sentido no momento em que se acabam!
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Pele com espuma
'Por enquanto' não é igual ao agora
O tempo, o fogo, a tempestade e o vazio
Cesta de pêssego, morango e amora!
A idade nem sempre é tal qual ventania
A alma com brilho de beleza e armadilha
Sempre, contanto, e por enquanto boazinha
Caixa com cheiro de goiaba e baunilha!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Margarida musical
Te prometo não haver surpresas no nosso caminho pois eu sempre te amarei...
Eu estava sentada à beira da estrada no dia em que o mundo acabou.
Te prometi não haver surpresas no nosso caminho pois eu sempre te amaria...
E quando a memória nasceu o passado começou.
Um dia, assim simplesmente, o infinito se cumpriu!
sábado, 26 de maio de 2012
Sábado
Dia de cuidar das fotos
De cuidar da vida
De cuidar do ninho
Agora
Dia de olhar o filho
De olhar nos olhos
De olhar pra frente
Sempre
Dia de viver o hoje
De pensar no agora
De deixar pra quando
Ontem a dor
Ontem o frio
Ontem El niño
E eis que
Aquilo passou
O dia raiou
E o raio adiou
E é tempo de ir
De deixar seguir
De ser feliz
De ser atriz
De perder a estribeira
De matar aquela 3a. feira!
terça-feira, 22 de maio de 2012
3a. Feira
No desespero claro do dia que se encerra
Me encerro fraca no silêncio que não tive
E na escatologia árdua que o desprezo impera
Me espero mesma no silêncio eterno
Vendo máscaras caírem numa face amarelada
Me escondo em muros de lamentos vastos
No que até então assim será pra sempre
Sem saber o sempre que o futuro aguarda
E sem que saiba resoluta e pedra
Me desespero tanto no aguardar dos fatos.
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